terça-feira, 1 de outubro de 2013

inovações na área da engenharia civil

CIMENTO QUE “SE CURA”

 Uma equipe da universidade de Delft, na Holanda, descobriu uma forma de fazer com que o concreto “se cure” sozinho das rachaduras e infiltrações, esta é uma grande descoberta, mas que já havia sido feita no interior do Brasil, mas claro que de uma maneira um pouco primitiva.
A nova fórmula do concreto traz bactérias inofensivas aos humanos e age somente com a ajuda da água, que ao entrar em contato com as bactérias formam calcário e consertam as infiltrações por conta própria.
 O autor do projeto Henk Jonkers diz que se as pesquisas continuarem o cimento já estará disponível no mercado até três anos.


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Casa anfibia de madeira - Joel Campos

Casa anfíbia de madeira à prova de enchentes













Casa anfíbia

Autoridades britânicas autorizaram a construção de uma casa anfíbia, projetada para ser imune a inundações.
A casa será apoiada em fundações fixas, mas, em caso de uma inundação, a construção inteira se erguerá e flutuará sobre a água.
Com isto, o Reino Unido segue um caminho já trilhado pela Holanda, cujas áreas sujeitas a inundações são muito maiores.

Jardim de alerta
Segundo os arquitetos do escritório Baca, responsável pelo projeto, a casa ficará apoiada entre quatro postes verticais permanentes, responsáveis também por manter a casa no lugar, evitando que ela saia flutuando durante a enchente.
A casa será feita de madeira leve, com isolamento total da parte habitável, para impedir qualquer risco de que a água entre.

O jardim funcionará como um sistema de alerta, com plataformas posicionadas em diferentes níveis, projetadas para inundar gradualmente e, assim, chamar a atenção dos moradores antes que a água chegue a um nível ameaçador
CIU-68500
Joel Campos 1º A Engenharia Civil

Lajes mais leves. Inovação na construção civil

A construção civil tem buscado alternativas capazes de deixar as obras mais leves e eficientes. A utilização de esferas plásticas dispensa a utilização de alguns componentes de construção extremamente pesados, proporcionando leveza às lajes. As esferas são produzidas com polipropileno e inseridas entre duas telas de aço. O processo de execução de uma laje é realizado basicamente emquatro etapas. Após a fabricação dos painéis na fábrica, se inicia a execução do escoramento e a colocação da malha inferior do módulo e, apenas depois da colocação das esferas, a malha superior é soldada e o módulo é concretado. O uso das esferas dispensa a necessidade de vigas e reduz o número pilares, permitindo vãos maiores. As pré-lajes são içadas em painéis de armaduras com esferas plásticas confinadas. Os vazios formados pelas esferas reduzem em até 35% o peso próprio em relação a uma laje comum. O sistema também proporciona, de acordo com o fabricante, maior isolamento acústico e térmico e, em caso de incêndio, as esferas se auto-inflamamsem emitir gases tóxicos e poluentes. O sistema já é utilizado em obras em mais de trinta países, como Grã-Bretanha, Holanda e Dinamarca. No Brasil, a técnica está em implantação em uma grande obra em Brasília. Os 16 prédios que estão sendo construídos do novo Centro Administrativo do Distrito Federal (CADF) possuem no cronograma de produção, 1.000 m² de painéis BubbleDeck por dia, o que deverá representar uma redução considerável do consumo de concreto e do uso de escoramento em relação ao projeto original. Publicado em 14/08/2013 por Construtora Fernandes Pimentel http://fernandespimentel.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=110 Gustavo Aparecido Duarte - 1°B Civil.

Concreto Translúcido, muito mais que beleza



            Foi criado em na Hungria, e agora começa a ser testado e produzido no Brasil. Uma tecnologia que promete mudar um pouco a cara da construção civil, trazendo além de beleza aos ambientes talvez mais segurança em algumas áreas de aplicação.  O Transcon – O Concreto Translúcido - apresenta a resistência e a solidez do concreto convencional e ainda permite a passagem de luz.
 Bloco de concreto Translúcido
            Sua transparência lhe da o status de ecologicamente correto, pois com ele podemos economizar energia utilizando da luz solar para ambientes externos, permitindo uma diminuição nas emissões de gases de efeito estufa. Uma parede feita com este material é bastante resistente e tão sólida quanto o concreto convencional. Em Estolcomo, na Suécia, o material vem sendo usado em quebra-molas. Dentro de cada um deles foram colocadas leds (lâmpadas com baixo consumo de energia), que acendem ao escurecer e servem de alerta para os motoristas.
            Por ser composto de fibras ópticas e concreto, o material é cerca de 10 vezes mais resistente que o concreto tradicional e suporta cerca de 4 toneladas por centímetro quadrado, segundo sua principal fabricante, a LiTraCon. O concreto translúcido também seria mais maleável e impermeável do que o tradicional. Essas características, aliadas à sua resistência, dificultam as chances de rachaduras e infiltrações.
 Parede feita com a nova tecnologia
            Na Europa, o preço inicial do material criado pelo húngaro Áron Losonczi é bastante elevado – em torno de mil euros (aproximadamente R$ 2,4 mil) por metro quadrado. Comparado com o preço do concreto convencional, que é vendido no Brasil, o translúcido importado chega a ser 900% mais caro.
            A utilização de tal material seria um importante avanço para a engenharia civil. Cada vez mais cresce seu uso em obras comerciais no Japão e na Europa, pois suas características ajudam a projetar diferentes detalhes em fachadas, destacar logotipos de empresas, dispensando lâmpadas, ao longo do avanço das pesquisas, ele poderá chegar as residências, e assim também fazer com que seu preço baixe.

Para ver um pouco mais, clique aqui.

Mateus José Melo Costa
Engenharia Civil - 1º B
CIU: 68527

Reforço do aço a laser reduz peso de carros em 20%. -Rafael Cordeiro Lima -Eng. Mecânica 1ºA

Peso dos carros
Fabricar carros mais leves tem sido um objetivo permanente da indústria automobilística, sobretudo porque carros mais leves consomem menos combustível.
É possível usar metais mais leves do que o aço, como o alumínio, mas sai caro demais, sendo uma opção apenas para os modelos esportivos ou de luxo.
Uma ideia antiga, e de certa forma adotada aos poucos, é deixar o aço mais espesso apenas onde for necessário, usando chapas mais finas onde não há constrangimentos de carga ou segurança.
Agora, Markus Wagner, do instituto IWS, na Alemanha, encontrou uma forma de levar essa prática quase ao extremo, reforçando o aço apenas na parte exata de cada chapa onde é necessário maior resistência.
Para comprovar seu ponto de vista, ele desenvolveu uma técnica para pegar uma única chapa de aço, o mais fina possível, e reforçar apenas os pontos que serão mais sujeitos ao estresse.
Reforço do aço a laser reduz peso de carros em 20%
[Teste de resistência mostrou valores de até 1.500 MPa nos pontos tratados a laser.]

Reforço local a laser
A técnica, chamada "reforço local a laser", consiste na aplicação de um feixe de laser na superfície da folha de aço, apenas nos pontos a serem reforçados.
Sob a ação do laser, essas zonas se aquecem fortemente, chegando mesmo a começar a fundir, solidificando-se novamente, de forma muito rápida, assim que o laser é retirado.
O resultado é a criação das chamadas "fases duras", em que a resistência do material é significativamente aumentada nos pontos tratados.
"Nós obtivemos resistências de até 1.500 MPa (megapascals). Isso é aproximadamente o dobro da resistência do material de base, não reforçado,"conta Wagner. "Isto nos permite otimizar os pesos e as tensões sobretudo no projeto das partes frontais e traseiras, nos suportes dos pára-choques, no pilar B, e em vários reforços."
Na estimativa do engenheiro, o uso da técnica em um veículo popular permitirá uma redução no seu peso de até 20%.



''Tinta Térmica'' ARMANDO FRANCES BARCELOS 1A

                                    Tinta térmica pode substituir ar condicionado



A NASA desenvolveu uma tinta à base de água e microesferas ocas de vidro, capaz de reduzir a temperatura e o consumo de energia dentro das residências. Em alta no mercado internacional, a tinta térmica é a mais barata das soluções utilizadas nas obras de isolamento térmico. O material pode ser aplicado em qualquer superfície, mas o efeito é intensificado quando é utilizada para revestir os telhados das construções, já que a parte superior recebe maior incidência dos raios solares. Os telhados revestidos com o material reduzem em até 60% o consumo de energia elétrica utilizado para refrigerar casas, prédios, indústrias e estabelecimentos comerciais. No começo, os cientistas da NASA criaram a tinta térmica para ser aplicada em aeronaves, navios e tubulações, a fim de diminuir o calor dentro destas estruturas. Porém, a solução passou a ser comercializada em lojas de construção nos EUA e rapidamente se popularizou, já que a tinta térmica é mais barata e sustentável do que a espuma de poliuretano, material derivado do petróleo usado na maior parte das obras de isolamento térmico.De acordo com Walter Crivelente Ferreira, diretor da empresa WC Isolamento Térmico, o revestimento pode até mesmo tomar o lugar do ar condicionado. “Se o local for bem ventilado, a sensação térmica no ambiente interno se torna agradável, sem precisar de ar condicionado”, garante o fornecedor do material.Mesmo ganhando espaço cada vez maior no mercado, a tinta não é reconhecida para os projetos de revestimento térmico. De acordo com Crivelente, as licitações públicas ainda exigem o poliuretano nas obras. No entanto, as Nações Unidas estão elaborando um regulamento para adotar materiais de revestimento mais sustentáveis, sem data para ser entregue.O diretor da empresa fornecedora acredita que o brasileiro deve aderir à novidade. “As vendas por aqui ainda vão crescer”, afirmou Crivelente, que leva o serviço para muitas indústrias. A nova tinta tem propriedades semelhantes às convencionais e custa a metade do preço das espumas de poliuretano. O efeito térmico dura cerca de cinco anos e a aplicação pode ser feita pelos proprietários.

CIU:69050
Estudante de Engenharia Civil  1 período .


Inovação no setor da construção civil acelera obra residencial ! Luís Felipe - Eng. Civil - 1A - 69068


Luiz Carlos Paduan e Roberto de Souza Pinto, do Vale da Eletrônica, mostram o chicote elétrico

Pressionado pela demanda por agilidade e garantia de qualidade, o setor da construção civil está encontrando na industrialização a solução para reduzir gastos com materiais e mão de obra. Um dos exemplos mais recentes é o chamado chicote elétrico residencial, que oferece economia de, pelo menos, 30% nas despesas para as construtoras.

A tecnologia foi desenvolvida no Vale da Eletrônica, em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, e começa a ser incorporada pelo setor. O sistema, que é padronizado, consiste na elaboração e tubulação de todo o circuito elétrico do imóvel, além da identificação exata de cada cômodo.

“Recebemos a planta elétrica da unidade e a transformamos em tubulações. Depois, passamos o projeto para 3D e conferimos com a empresa se está tudo certo. Em caso afirmativo, fazemos as medições e começamos a montagem”, relata o vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel) e engenheiro responsável pela criação do chicote elétrico residencial, Luiz Carlos Paduan.

Segundo o Sindicato, a expectativa é a de que o modelo padronizado movimente cerca de R$ 500 milhões em negócios no Vale da Eletrônica, nos próximos anos. 

Vantagens 

De acordo com Paduan, além de facilitar a logística das construtoras – que não precisam armazenar bobinas nem cortar e enrolar fios –, o sistema padronizado evita desperdício de material, porque é feito sob medida.

“Já houve casos em que somamos 20 metros de sobras de fios em obras, no modelo de instalação elétrica convencional. Para quem constrói várias unidades, é um desperdício excessivo”, aponta o engenheiro. 

Aplicação 

A partir do ano que vem, o chicote elétrico residencial será exigido pela Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas) às construtoras que participarem de licitações. A proposta da Cohab é fazer do produto um dos indicadores de qualidade dos imóveis.

“Em outros países, esse modelo já é adotado. O chicote elétrico é a solução para um problema crônico: emenda de fios”, afirma o diretor de construção da Cohab Minas, José Antônio Cintra.

Fonte: Hoje em Dia