domingo, 29 de setembro de 2013

Navio cancela ondas para permanecer estável(Robert Lopes, Turma B, Eng. Mec. , 1°periodo)

Navio cancela ondas para permanecer estável

O balanço do navio e bem inconveniente.O problema é bem maior quando o navio é uma oficina flutuante que precisa prestar serviços em plataformas de petróleo ou outras estruturas marítimas submersas.
A solução acaba de ser criada por um consórcio da Hoppe Marine (Alemanha) e Marintek (Noruega), que batizaram a inovação de "navio-hotel".
               








TÉCNICAS UTILIZADAS EM TEIAS DE ARANHAS PODERÃO SER UTILIZADAS POR ENGENHEIROS DE VÁRIAS ESPECILAIDADES

http://www.engenhariae.com.br/curiosidades/tecnicas-utilizadas-em-teias-de-aranha-poderao-ser-utilizadas-por-engenheiros/

TÉCNICAS UTILIZADAS EM TEIAS DE ARANHAS PODERÃO SER UTILIZADAS POR ENGENHEIROS DE VÁRIAS ESPECILAIDADES
  


As aranhas fazem teias e podem usá-la para várias funções.
Agora, com os avanços alcançados na área biotecnológica através da identificação dos genes responsáveis por oferecer essas características, muito se tem conseguido para desvendar como esses pequenos animais conseguem a proeza de sintetizar um fio tão resistente e flexível.




  Aranhas têm sido coletadas nos mais variados biomas, para estudos de suas cadeias genéticas. Em contrapartida, têm oferecido uma ampla diversidade de aplicações não só da composição dos fios de sua seda mas também pela complexidade da utilização de suas teias.
Os pesquisadores descobriram que a rigidez da seda varia de uma forma não linear. Enquanto, sob uma carga leve, todo material responde uniformemente, quando a carga começa a aumentar a seda se torna mais rígida próximo a mesma, mantendo sua estrutura flexível no restante da fibra.
Eles afirmam que as técnicas utilizadas pelas aranhas e suas teias poderão ser utilizadas por engenheiros de várias especialidades.
Estruturas inteligentes assim poderão ser úteis para a construção de estruturas metálicas mais resistentes, para a construção de muros de proteção, prédios, carros que sejam capazes de dissipar a carga ao longo da carroceria no caso de um impacto, cabos e cordas, cintos de segurança entre outros.
A aranha americana Achaearanea tepidariorum, é a espécie que tece a teia mais resistente de todas.
Apesar de um fio ser invisível a olho nu por ser muito fino (0,15 micro), ele é tão forte que consegue, numa teia com densidade mínima, parar um besouro voando em alta velocidade. Especialistas acreditam que, se a teia dessa aranha tivesse os fios com a mesma espessura de um lápis, seria capaz de parar um Boeing 747 em pleno vôo. A explicação para um filamento tão forte é que, quanto mais força o aracnídeo utiliza para puxar o fio durante a fabricação, mais resistente ficará depois de enrijecido.



   ODOO - UMA CASA SUSTENTÁVEL
Josiane Nunes - Eng. Civil - 1B - 68505

Um grande projeto desenvolvido por uma equipe de 5O arquitetos. O projeto foi desenvolvido para conservar ao máximo a energia solar. O revestimento em painéis fotovoltaicos, permite que seja aproveitada uma quantidade de energia muito superior à necessária para a sua própria manutenção.
Divida em três módulos:
  • NORTE: Permite a produção de energia nos meses de verão.
  • SUL: Este é o coração energético da casa, recoberta de painéis fotovoltaicos, que permitem a recolha de energia solar nos meses mais frios.
  • ESTE e OESTE: Permite o aproveitamento da área externa pelos moradores.
Casa Odoo
Construção da Odoo
Casa Odoo


 Confira em : http://www.engenhariacivil.com/odoo-casa-solar-pegada-ecologica-negativa

Steel Frame

Steel frame é um sistema de construções em quadros de aço leve. Geralmente se refere a um edifício com uma técnica estrutural de aço e colunas verticais, horizontais e vigas, construídas em uma grade retangular em forma de gaiola para apoiar o chão, teto e paredes de um edifício, que são todas associadas ao quadro. O desenvolvimento desta técnica foi feita para a construção desde uma simples casa térrea a um arranha-céu.
O sistema construtivo STEEL FRAME, introduzido no Brasil pela CONSTRUTORA SEQUÊNCIA,
é a solução ideal para town houses, grandes unidades residências isoladas, hotéis, restaurantes e outras edificações de porte.
O STEEL FRAME utiliza tecnologia avançada, qualidade e segurança para concluir uma obra de alto padrão em apenas 100 dias a partir de um terreno preparado.
Este moderno processo industrial de origem norte-americana envolve um sistema com rigoroso cronograma de montagem e mão-de-obra especializada treinada nos Estados Unidos. Por sua versatilidade, permite variações na arquitetura, a escolha da cobertura (tipo shingle, metálica ou convencional), utilização de diferentes acabamentos externos (siding, tijolo aparente, argamassa, etc) e a inclusão de opcionais como ar condicionado central ou spleet, automação
dos controles, entre outros.
A construção se inicia com fundações tipo radier. Em seguida, a estrutura é montada rapidamente através de painéis fechados com dry wall. E com a cobertura imediata, é possível a rápida conclusão da obra.
A alta confiabilidade dos projetos em STEEL FRAME é atribuída à extrema resistência dos perfis
em aço galvanizado. Além de aceitar a aplicação de grandes esforços, o aço galvanizado é reciclável e não polui o meio ambiente.
Maior rapidez na entrega da obra.Garantia de resistência e qualidade dos materiais. Variedade de opções na escolha dos revestimentos das paredes. Economia de tempo e recursos. Tudo isso só é possível nas obras realizadas com STEEL FRAME.


 




Cimento condutor de eletricidade aquece edifícios

Afonso Geraldo  1ºA / Engenharia Civil / CIU: 68434

O principal objetivo é transformar o cimento em um material mais funcional, executando papéis além de sua função estrutural tradicional.
"A tecnologia permite aquecer edifícios ou evitar a formação de gelo em infraestruturas como ruas, estradas, pistas de pouso e outros elementos".
O cimento condutor foi obtido adicionando nanotubos de carbono na composição do cimento tradicional.
"Para se obter um cimento que seja eficaz como elemento de aquecimento, ele deve ter uma baixa resistividade. Não se pode obter isso com os concretos convencionais, uma vez que eles são maus condutores de eletricidade. No entanto, isto pode ser feito com a adição de materiais condutores, tais como, por exemplo, materiais à base de carbono".
Os nanotubos de carbono estão entre os melhores condutores de eletricidade que se conhece.
Os testes mostraram que a adição das nanopartículas de carbono não altera as propriedades estruturais do concreto e não compromete a durabilidade das estruturas construídas com ele.
Por outro lado, a possibilidade de construir partes dessa estrutura com capacidade de conduzir eletricidade dá muito mais versatilidade ao produto.
Pode-se usar o concreto condutor em construções novas ou recobrir estruturas ou superfícies já existentes.
O controle térmico é obtido mediante a aplicação de corrente contínua sobre o concreto.
Os "testes deram resultados muito satisfatórios, obtendo ótimas propriedades de aquecimento do material com um consumo mínimo de energia".

Bioconcreto usa bactérias para curar-se sozinho de trincas.

Fellipe Thiago  1ºA / Engenharia Civil / CIU: 68470

       Autocicatrização
Concreto e trincas são duas coisas que nenhum engenheiro gosta de ver juntas.
Talvez agora eles possam começar a respirar aliviados, graças a um concreto capaz de autocicatrizar-se de trinchas e rachaduras.
O Dr. Alan Richardson, da Universidade Northumbria, no Reino Unido, criou uma espécie de "bioconcreto", um concreto que tira partido de um microrganismo para cicatrizar seus ferimentos.
O pesquisador está usando uma bactéria comumente encontrada no solo - Bacillus megaterium  - para criar calcita, um mineral que é uma forma do carbonato de cálcio.
As bactérias são cultivadas em um meio nutriente de leveduras, minerais e ureia que, em seguida, é adicionado ao concreto.
Com sua fonte de alimento no concreto, as bactérias se espalham pelo material.
A calcita que elas produzem em seu processo metabólico funciona como um preenchimento que sela as rachaduras do concreto, evitando uma maior deterioração.
NOVIDADES NA CONSTRUÇÃO CIVIL. O setor da construção civil é um meio onde a atualização é uma constante. Não bastasse a evolução natural por conta do desenvolvimento da tecnologia, de tempo em tempo surgem novos materiais, novas técnicas e novos produtos. Para apontar as inovações, é preciso ter ciência das áreas que atuam nas construções. As indústrias química, plástica, de pisos, cerâmicas e de sistemas de aquecimento agem diretamente sobre a obra. Dessa forma, construir transforma-se numa verdadeira arte. Então, vamos a elas: Na indústria química, uma das novidades é os aditivos que permitem a obtenção do concreto auto adensável. A professora de engenharia, Patrícia Maggi, explica como ele funciona. “Este é um concreto que não precisa ser vibrado. Ele se espalha nas fôrmas por ação da gravidade. Assim, é possível preencher fôrmas mais esbeltas e elementos com grande densidade de armadura, garantindo que não se formem vazios”, diz. Além dessas vantagens, o concreto auto adensável ainda tem outros pontos positivos, como boa durabilidade e uma resistência extra. Com o seu uso, também é possível aumentar a velocidade da construção e, dessa forma, terminar a obra em menos tempo. Já na hidráulica, os principais ganhos se traduzem na versatilidade e na agilidade. O engenheiro Maurício Zandonai exemplifica. “Há uma rapidez em se trabalhar com o PVC (policloreto de vinila) e com o PPR (polipropileno copolímero random). Também há o cobre, que já há algum tempo tem substituído o ferro, as soluções em conexões e as demais facilidades para que o profissional desenvolva um bom trabalho”, diz. Outra “inovação” que tem despertado bastante interesse é o sistema de construção chamado de alvenaria estrutural. As próprias paredes garantem a sustentação do imóvel, dispensando as colunas e pilastras. O método em si não pode ser considerado uma novidade, pois já existe de longa data. A inovação está mesmo na maneira como ele é realizado atualmente. A professora Patrícia aponta o que mudou. “Essa técnica foi renovada com a introdução dos blocos de concreto e dos blocos cerâmicos estruturais, que permitem a execução deste sistema com paredes de 14 cm ou 19 cm de espessura. Edifícios antigos, em alvenaria estrutural, tinham paredes com espessura da ordem de 80 cm”, salienta. A alvenaria estrutural apresenta vantagens, mas também desvantagens. Como a sustentação é feita pelas paredes, isso implica em não se poder realizar grandes reformas. A retirada de paredes e a implantação de janelas ou portas só podem ser feitas em locais que tenham sido previamente pensados. Os avanços também podem ser verificados na indústria de aquecedores. Nessa área é possível destacar os painéis de aquecimento solar. Além de proporcionar um ambiente mais aconchegante, eles podem reduzir os custos com energia elétrica em até 50%. Assim como a alvenaria estrutural, os painéis já existem há algum tempo, mas agora estão se tornando mais acessíveis devido à grande demanda. Estrutura e Decoração Existem inovações que, embora estejam mais voltadas para a construção propriamente dita, também desempenham função estética, podendo atuar como decoração. Nesses materiais enquadram-se os revestimentos. Cada vez mais bonitos e diferenciados, eles fazem proveito da tecnologia e da indústria química para ganhar em praticidade. “A indústria de cerâmicos lançou um material para o revestimento com absorção de água próxima a zero, com a proposta de permitir a execução de pisos com juntas muito finas. Devido à baixa absorção, este material é menos susceptível às manchas que o porcelanato”, diz a professora de engenharia. Outro exemplo são as “tábuas” de plástico. Devido aos avanços da indústria plástica, atualmente existem materiais que se assemelham à madeira, tanto em sua rigidez, como na textura. Elas representam um dos avanços do conceito “ecologicamente correto”, do qual fazem parte também os móveis construídos com madeira proveniente de demolição. Existem ainda as novidades para a pintura. Além de ampliar a quantidade e melhorar a qualidade dos pigmentos, elas têm apresentado novas resinas, com maior durabilidade. É o caso dos esmaltes à base de água. “Antigamente os esmaltes usados para pintura de metais e madeira eram dissolvidos em solvente. Hoje é possível encontrar materiais emulsionados em água. Eles têm menos cheiro e não são inflamáveis como o solvente”, diz Patrícia. As inovações permeiam todo o processo de construção. Procure bem, pois há sempre uma opção que você possa gostar.