segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Lajes mais leves. Inovação na construção civil
A construção civil tem buscado alternativas capazes de deixar as obras mais leves e eficientes. A utilização de esferas plásticas dispensa a utilização de alguns componentes de construção extremamente pesados, proporcionando leveza às lajes. As esferas são produzidas com polipropileno e inseridas entre duas telas de aço. O processo de execução de uma laje é realizado basicamente emquatro etapas. Após a fabricação dos painéis na fábrica, se inicia a execução do escoramento e a colocação da malha inferior do módulo e, apenas depois da colocação das esferas, a malha superior é soldada e o módulo é concretado.
O uso das esferas dispensa a necessidade de vigas e reduz o número pilares, permitindo vãos maiores. As pré-lajes são içadas em painéis de armaduras com esferas plásticas confinadas. Os vazios formados pelas esferas reduzem em até 35% o peso próprio em relação a uma laje comum. O sistema também proporciona, de acordo com o fabricante, maior isolamento acústico e térmico e, em caso de incêndio, as esferas se auto-inflamamsem emitir gases tóxicos e poluentes.
O sistema já é utilizado em obras em mais de trinta países, como Grã-Bretanha, Holanda e Dinamarca. No Brasil, a técnica está em implantação em uma grande obra em Brasília. Os 16 prédios que estão sendo construídos do novo Centro Administrativo do Distrito Federal (CADF) possuem no cronograma de produção, 1.000 m² de painéis BubbleDeck por dia, o que deverá representar uma redução considerável do consumo de concreto e do uso de escoramento em relação ao projeto original.
Publicado em 14/08/2013 por
Construtora Fernandes Pimentel
http://fernandespimentel.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=110
Gustavo Aparecido Duarte - 1°B Civil.
Concreto Translúcido, muito mais que beleza
Foi criado em na Hungria, e agora
começa a ser testado e produzido no Brasil. Uma tecnologia que promete mudar um
pouco a cara da construção civil, trazendo além de beleza aos ambientes talvez
mais segurança em algumas áreas de aplicação. O Transcon – O Concreto Translúcido - apresenta
a resistência e a solidez do concreto convencional e ainda permite a
passagem de luz.
Bloco de concreto Translúcido
Sua
transparência lhe da o status de ecologicamente correto, pois com ele podemos
economizar energia utilizando da luz solar para ambientes externos, permitindo
uma diminuição nas emissões de gases de efeito estufa. Uma parede feita com este
material é bastante resistente e tão sólida quanto o concreto convencional. Em
Estolcomo, na Suécia, o material vem sendo usado em quebra-molas. Dentro de
cada um deles foram colocadas leds (lâmpadas com baixo consumo de energia), que
acendem ao escurecer e servem de alerta para os motoristas.
Por
ser composto de fibras ópticas e concreto, o material é cerca de 10 vezes mais
resistente que o concreto tradicional e suporta cerca de 4 toneladas por
centímetro quadrado, segundo sua principal fabricante, a LiTraCon. O concreto
translúcido também seria mais maleável e impermeável do que o tradicional.
Essas características, aliadas à sua resistência, dificultam as chances de
rachaduras e infiltrações.
Parede feita com a nova tecnologia
Na
Europa, o preço inicial do material criado pelo húngaro Áron Losonczi é
bastante elevado – em torno de mil euros (aproximadamente R$ 2,4 mil) por metro
quadrado. Comparado com o preço do concreto convencional, que é vendido no
Brasil, o translúcido importado chega a ser 900% mais caro.
A
utilização de tal material seria um importante avanço para a engenharia civil. Cada
vez mais cresce seu uso em obras comerciais no Japão e na Europa, pois suas
características ajudam a projetar diferentes detalhes em fachadas, destacar
logotipos de empresas, dispensando lâmpadas, ao longo do avanço das pesquisas,
ele poderá chegar as residências, e assim também fazer com que seu preço baixe.
Para ver um pouco mais, clique aqui.
Mateus José Melo Costa
Engenharia Civil - 1º B
CIU: 68527
Reforço do aço a laser reduz peso de carros em 20%. -Rafael Cordeiro Lima -Eng. Mecânica 1ºA
Peso dos carros
Fabricar carros mais leves tem sido um objetivo permanente da indústria automobilística, sobretudo porque carros mais leves consomem menos combustível.
É possível usar metais mais leves do que o aço, como o alumínio, mas sai caro demais, sendo uma opção apenas para os modelos esportivos ou de luxo.
Uma ideia antiga, e de certa forma adotada aos poucos, é deixar o aço mais espesso apenas onde for necessário, usando chapas mais finas onde não há constrangimentos de carga ou segurança.
Agora, Markus Wagner, do instituto IWS, na Alemanha, encontrou uma forma de levar essa prática quase ao extremo, reforçando o aço apenas na parte exata de cada chapa onde é necessário maior resistência.
Para comprovar seu ponto de vista, ele desenvolveu uma técnica para pegar uma única chapa de aço, o mais fina possível, e reforçar apenas os pontos que serão mais sujeitos ao estresse.
[Teste de resistência mostrou valores de até 1.500 MPa nos pontos tratados a laser.]
Reforço local a laser
A técnica, chamada "reforço local a laser", consiste na aplicação de um feixe de laser na superfície da folha de aço, apenas nos pontos a serem reforçados.
Sob a ação do laser, essas zonas se aquecem fortemente, chegando mesmo a começar a fundir, solidificando-se novamente, de forma muito rápida, assim que o laser é retirado.
O resultado é a criação das chamadas "fases duras", em que a resistência do material é significativamente aumentada nos pontos tratados.
Na estimativa do engenheiro, o uso da técnica em um veículo popular permitirá uma redução no seu peso de até 20%.
''Tinta Térmica'' ARMANDO FRANCES BARCELOS 1A
Tinta térmica pode substituir ar condicionado
A NASA desenvolveu uma tinta à base de água e microesferas
ocas de vidro, capaz de reduzir a temperatura e o consumo de energia dentro das
residências. Em alta no mercado internacional, a tinta térmica é a mais barata
das soluções utilizadas nas obras de isolamento térmico. O material pode
ser aplicado em qualquer superfície, mas o efeito é intensificado quando é
utilizada para revestir os telhados das construções, já que a parte superior
recebe maior incidência dos raios solares. Os telhados revestidos com o
material reduzem em até 60% o consumo de energia elétrica utilizado para
refrigerar casas, prédios, indústrias e estabelecimentos comerciais. No
começo, os cientistas da NASA criaram a tinta térmica para ser aplicada em
aeronaves, navios e tubulações, a fim de diminuir o calor dentro destas
estruturas. Porém, a solução passou a ser comercializada em lojas de construção
nos EUA e rapidamente se popularizou, já que a tinta térmica é mais barata e
sustentável do que a espuma de poliuretano, material derivado do petróleo usado
na maior parte das obras de isolamento térmico.De acordo com Walter Crivelente
Ferreira, diretor da empresa WC Isolamento Térmico, o revestimento pode até
mesmo tomar o lugar do ar condicionado. “Se o local for bem ventilado, a
sensação térmica no ambiente interno se torna agradável, sem precisar de ar
condicionado”, garante o fornecedor do material.Mesmo ganhando espaço cada vez
maior no mercado, a tinta não é reconhecida para os projetos de revestimento
térmico. De acordo com Crivelente, as licitações públicas ainda exigem o
poliuretano nas obras. No entanto, as Nações Unidas estão elaborando um
regulamento para adotar materiais de revestimento mais sustentáveis, sem data
para ser entregue.O diretor da empresa fornecedora acredita que o brasileiro
deve aderir à novidade. “As vendas por aqui ainda vão crescer”, afirmou
Crivelente, que leva o serviço para muitas indústrias. A nova tinta tem
propriedades semelhantes às convencionais e custa a metade do preço das espumas
de poliuretano. O efeito térmico dura cerca de cinco anos e a aplicação pode
ser feita pelos proprietários.Inovação no setor da construção civil acelera obra residencial ! Luís Felipe - Eng. Civil - 1A - 69068
Luiz Carlos Paduan e Roberto de Souza Pinto, do Vale da Eletrônica, mostram o chicote elétrico
A tecnologia foi desenvolvida no Vale da Eletrônica, em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, e começa a ser incorporada pelo setor. O sistema, que é padronizado, consiste na elaboração e tubulação de todo o circuito elétrico do imóvel, além da identificação exata de cada cômodo.
“Recebemos a planta elétrica da unidade e a transformamos em tubulações. Depois, passamos o projeto para 3D e conferimos com a empresa se está tudo certo. Em caso afirmativo, fazemos as medições e começamos a montagem”, relata o vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel) e engenheiro responsável pela criação do chicote elétrico residencial, Luiz Carlos Paduan.
Segundo o Sindicato, a expectativa é a de que o modelo padronizado movimente cerca de R$ 500 milhões em negócios no Vale da Eletrônica, nos próximos anos.
Vantagens
De acordo com Paduan, além de facilitar a logística das construtoras – que não precisam armazenar bobinas nem cortar e enrolar fios –, o sistema padronizado evita desperdício de material, porque é feito sob medida.
“Já houve casos em que somamos 20 metros de sobras de fios em obras, no modelo de instalação elétrica convencional. Para quem constrói várias unidades, é um desperdício excessivo”, aponta o engenheiro.
Aplicação
A partir do ano que vem, o chicote elétrico residencial será exigido pela Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas) às construtoras que participarem de licitações. A proposta da Cohab é fazer do produto um dos indicadores de qualidade dos imóveis.
“Em outros países, esse modelo já é adotado. O chicote elétrico é a solução para um problema crônico: emenda de fios”, afirma o diretor de construção da Cohab Minas, José Antônio Cintra.
Fonte: Hoje em Dia
Engenharia Cívil
Alex 1º A / Civil / CIU: 68436
O setor da Construção Civil enfrenta grandes desafios num mercado que
demanda qualidade, competitividade e produtividade. Esses desafios poderão ser
equacionados a partir de uma abordagem de pesquisa que contemple alguns eixos
fundamentais, tais como a adoção de tecnologias e metodologias inovadoras de
projeto, visão sistêmica da Construção Civil.
O “Grupo de Pesquisa Inovação Tecnológica na Construção Civil” tem como
proposta de trabalho abordar linhas temáticas relevantes ao propósito da
inovação do setor, entre as quais:
§ BIM – Building
Information Modelling
§ Inovação pela
Educação
§ Projeto e Inovação
Tecnológica na Engenharia Civil
§ Tecnologias
Digitais da Informação e da Comunicação para inovação no ciclo de vida do setor
da AEC
§ O Programa Inovação Tecnológica na Construção (PIT) é uma
iniciativa da CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção visando
estudar, analisar e definir diretrizes para o desenvolvimento, difusão e
avaliação de inovações tecnológicas na construção civil brasileira.
§ Os
avanços também podem ser verificados na indústria de aquecedores. Nessa área é
possível destacar os painéis de aquecimento solar. Além de proporcionar um
ambiente mais aconchegante, eles podem reduzir os custos com energia elétrica
em até 50%. Assim como a alvenaria estrutural, os painéis já existem há algum
tempo, mas agora estão se tornando mais acessíveis devido à grande demanda.
§ Estrutura
e Decoração Existem inovações que, embora estejam mais voltadas para a
construção propriamente dita, também desempenham função estética, podendo atuar
como decoração. Nesses materiais enquadram-se os revestimentos. Cada vez mais
bonitos e diferenciados, eles fazem proveito da tecnologia e da indústria
química para ganhar em praticidade. “A indústria de cerâmicos lançou um material
para o revestimento com absorção de água próxima a zero, com a proposta de
permitir a execução de pisos com juntas muito finas. Devido à baixa absorção,
este material é menos susceptível às manchas que o porcelanato”, diz a
professora de engenharia. Outro exemplo são as “tábuas” de plástico.
§ Devido
aos avanços da indústria plástica, atualmente existem materiais que se
assemelham à madeira, tanto em sua rigidez, como na textura. Elas representam
um dos avanços do conceito “ecologicamente correto”, do qual fazem parte também
os móveis construídos com madeira proveniente de demolição. Existem ainda as
novidades para a pintura. Além de ampliar a quantidade e melhorar a qualidade
dos pigmentos, elas têm apresentado novas resinas, com maior durabilidade.
§ É o
caso dos esmaltes à base de água. “Antigamente os esmaltes usados para pintura
de metais e madeira eram dissolvidos em solvente. Hoje é possível encontrar
materiais emulsionados em água. Eles têm menos cheiro e não são inflamáveis
como o solvente”, diz Patrícia. As inovações permeiam todo o processo de
construção.
Inovação na Engenharia Cívil
Mirian Engenharia Cívil 1ºA / CIU:68530
No Brasil, a abertura do
mercado no início dos anos 90 contribuiu para a evolução do setor da construção
na medida em que permitiu às empresas construtoras a importação de produtos e
tecnologias. Além disso, a estabilidade econômica do primeiro período do Plano
Real e a elevação do custo da mão de obra devido ao ganho dos trabalhadores
incentivou as construtoras a pensar na tecnologia como ferramenta de
competitividade. Nesse período diversas empresas construtoras investiram na
modernização dos meios de produção, observando-se a crescente industrialização
nos canteiros.
A introdução de uma
grande variedade de materiais, ferramentas, equipamentos, técnicas especiais,
processos construtivos e administrativos voltados à construção civil,
contribuindo assim para a melhoria de vários aspectos de organização, que
conduzem a uma maior qualidade, reduzindo o desperdício, um dos grandes
problemas enfrentados pelas empresas do setor.
O setor da
construção civil é um meio onde a atualização é uma constante. Não bastasse a
evolução natural por conta do desenvolvimento da tecnologia, de tempo em tempo
surgem novos materiais, novas técnicas e novos produtos. Para apontar as
inovações, é preciso ter ciência das áreas que atuam nas construções. As
indústrias química, plástica, de pisos, cerâmicas e de sistemas de aquecimento
agem diretamente sobre a obra. Dessa forma, construir transforma-se numa
verdadeira arte..
O concreto auto adensável, além
dessas vantagens, ainda tem outros pontos positivos, como boa durabilidade e
uma resistência extra. Com o seu uso, também é possível aumentar a velocidade
da construção e, dessa forma, terminar a obra em menos tempo.
Já na hidráulica, os principais
ganhos se traduzem na versatilidade e na agilidade. O engenheiro Maurício
Zandonai exemplifica. “Há uma rapidez em se trabalhar com o PVC (policloreto de
vinila) e com o PPR (polipropileno copolímero random). Também há o cobre, que
já há algum tempo tem substituído o ferro, as soluções em conexões e as demais
facilidades para que o profissional desenvolva um bom trabalho”, diz. Outra
“inovação” que tem despertado bastante interesse é o sistema de construção
chamado de alvenaria estrutural. As próprias paredes garantem a sustentação do
imóvel, dispensando as colunas e pilastras. O método em si não pode ser
considerado uma novidade, pois já existe de longa data.
A inovação está mesmo na
maneira como ele é realizado atualmente. A professora Patrícia aponta o que
mudou. “Essa técnica foi renovada com a introdução dos blocos de concreto e dos
blocos cerâmicos estruturais, que permitem a execução deste sistema com paredes
de 14 cm ou 19 cm de espessura. Edifícios antigos, em alvenaria estrutural,
tinham paredes com espessura da ordem de 80 cm”, salienta. A alvenaria
estrutural apresenta vantagens, mas também desvantagens. Como a sustentação é
feita pelas paredes, isso implica em não se poder realizar grandes reformas. A
retirada de paredes e a implantação de janelas ou portas só podem ser feitas em
locais que tenham sido previamente pensados.
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